E eu que esperei tanto pelas turnês de "Ray of Light", "Music" e "Confessions on a Dance Floor" acabo de ver no site oficial da Madonna que ela vem para o Brasil com a turnê desse disco que eu não gostei.
A "Sticky & Sweet Tour" vai passar pelo México e America do Sul até dezembro. E eu que pensei que tinha finalmente deixado de ser adolescente e abandonado a Madonna de vez com "Hard Candy" agora fico novamente ansioso pela turnê.
Sim, porque o disco não ser bom é uma coisa, mas pela palhinha que ela deu no palco do Roseland Ballroom em Nova York, a turnê vai ser boa, porque, no palco, Madonna rocks!
Mesmo assim, acho que esse vai ser meu último resquício de adolescência madônnica, e tem uma explicação muito certa para isso.
Acontece que a Madonna fez uma coisa que ela já tinha feito na década de 90. Ela abandonou a geração antecessora. Quem gostava da Madonna dos anos 80, não gostou muito da Madonna dos anos 90 ("Erotica", "Bedtime Stories", "Ray of Light" e "Music"), apesar de ela ter prolongado a década de 90 até "Confessions on a Dance Floor".
Com "Hard Candy", Madonna vai atrás dos anos 2000, com seu hip hop chato e popozudo e abandona a geração 90 de vez, a minha geração, porque essa vaca precisa se manter no topo, nem que seja às custas dos fãs.
Tudo bem, posso continuar vivendo.
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